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segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Inacreditável



Está escrito no meio desse desenho do bloqueio "o acesso a este site de web (http://www.inacreditavel.com.br/) foi bloqueado pois a categoria da web "Intolerance & Hate" não é permitida."

louca a intranet do PJ!

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Irresistível



Bem, eu não poderia resistir a fazer um post flood depois de ver isso aqui:



Timão e Pumba existem *-*

Marina, esse foi o e-mail que me tornou feliz agora =D lol

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Quem é Tomek Baginski?




Eu, procurando alguma coisa sobre o meu sobrenome, e estou cansada de me deparar com esse ser que aparentemente faz imagens de computação gráfica ótimas, mas afinal, quem é esse ser?

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Viva a vida!

Bem, nesse tempo de aulas adiadas pela gripe do porco, confusões pela cidade, pessoas mascaradas, como se estivessemos em tempo de calamidade pública ou guerra biológica contra a natureza, estou aqui, para trazer algumas palavras de consolo, ou não.
As aulas da UCS começam dia 17.08.2009, espero ver todos que amo e odeio lá para mais um semestre que promete arrastar-se até o natal com as férias estendidas que tivemos. Não se iludam, o SEMESTRE da UCS NÂO será CANCELADO!
Um tempo para pensarmos em quantas loucuras nos aguardam nas aulas está no fim, e como ninguém se manifestou no blog nesse período, nem mesmo a Rêh? com algumas fotos pop, estou aqui para dizer que mesmo aparentemente, não abandonamos isso, apenas ficamos com medo de uma gripe virtual do porco. xD
Sobre esse surto que tivemos na nossa cidade, digo que, acho que estamos exagferando nas atitudes tomadas, diziam que fechariam as casas de bailes, bares, casas noturnas aleatórias (leia-se: as zonas), as igrejas cancelaram celebrações especiais, tais como batizados e casamentos, apenas as missas continuaram esporadicamente, as escolas também fizeram férias estendidas, e as pessoas por aí com mascaras que assustavam as crianças...
Bem, disso tudo, eu acho que, se as pessoas doentes não saissem, não precisariam de tudo isso, e, quanto às máscaras, eu entendo que são tão ou mais prejudiciais, além de assustarem.
Pessoas, por favor, chega de nóias, se estamos assim por causa da gripe quando talvez, tanto drama antes tenha sido feito apenas com a peste negra na Europa, acho que logo, nos dias normais, tudo será afastado de nós, logo, viveremos apenas uma vida virtual para falar com os outros, logo, chegará o dia em que não conheceremos mais nossos amigos pessoalmente, mais que o que já acontece, e que não saberemos direito como é o rosto do nosso irmão ou pai, e o dia em que nossa vida mais divertida vai ser um jogo de vida virtual on-line, como second life ou algum outro similar, em que deitaremos tanta atenção que não saberemos mais a emoção de ter um ser humano ao nosso lado, escutar a voz de alguém querido, sentir um abraço apertado, casar-se de verdade, com festa real, sentir o cheiro das flores, ver a luz do sol, e entender o olhar das pessoas, porque não vamos mais conhecer essas coisas.
Não vamos deixar o mundo se tornar isso, um isolamento pela segurança dos seres humanos, eu não quero que se perca a chance de saber como é o perfume das rosas, as palavras de um amigo, um beijo de alguém que amo, ou simplesmente o fato de sentir uma presença humana de verdade perto de mim. Não podemos dar um futuro assim para as pessoas que virão, elas não merecem festas particulares virtuais deprimentes apenas, elas merecem viver como pessoas de verdade.
Chega de cancelar a nossa voda por causa do computador, dos jogos, de doenças, de violência.
Vamos viver como pessoas de verdade, escrever no papel sólido, falar com as pessoas cara a cara, sentir de verdade as festas, ter quem cuide de nós quando estivermos caindo de bêbados, ou quem nos abrace para dormirmos quando nao aguentarmos mais de 48 horas acordados, vamos nao mais nos importar com a noite da cidade como perigosa, nao, a noite da cidade é simplesmente linda, o frio, a neblina molhada perto demais dos nossos rostos, o chuvisco que teima em cair enquanto tenta-se ver as luzes foscas com a neblina da cidade, enfim, vamos viver.
Chega de tudo isso que é ruim, vamos ter coragem de viver a vida pelo que ela é e simplesmente isso.
Não mais ter medo de viver por criar esperanças com algo que nao existe, mas viver os momentos felizes que podemos ter e vive-los como se fossem os únicos, não deixar que eles fujam para que depois nossa melancolia se lembre deles como momentos muito felizes ao invés de simplesmente momentos em que se poderia ter feito mais pela vida.

quinta-feira, 26 de março de 2009

O Mouse


Bem, pessoas, acho que este mouse (sim isso é um mouse) scroll fez mais sucesso propriamente entre os rebeldes que o meu note velho e decadente.

Esse é o mouse scroll original de um notebook Epson ActionNote 500C cujo boot indica o dos instalado em 1991, então, é isso.

Apresentada a novidade não tão nova.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

1000 palavras (contagem do word)

Meu amado Theo

Tudo bem que a vida nem sempre é perfeita, nem tudo podemos ter, certamente. É compreensível que as pessoas não gostem dessa realidade, mas ela existe. Eu não gosto. Eu me conformo, tem quem não faça isso. Eu busco alguma solução, alternativas, eu sigo com a vida, não posso ficar perdendo meu tempo, minha vida não é eterna, um dia ela se vai, mais rápido ainda vai-se a juventude.

Tudo bem que nem sempre eu sou a pessoa mais normal do mundo, mas eu tento. Nem sempre... Mas, ainda assim, eu tento. Como toda pessoa normal, eu tento ser sensata, fazer coisas que vão minimizar meus problemas e conflitos, e não torná-los uma catástrofe maior ainda, afinal, eu não sou mocinha de novela mexicana com dublagem mal feita, não preciso me martirizar. Creio que as pessoas nem sempre têm paciência com situações e pessoas assim, eu não tenho pelo menos, embora haja novelas da vida real que eu acompanhe há muito tempo, e deveras interessante se torna a situação às vezes, mas, normalmente, eu estou entediada dela.

Não estou tentado justificar o fato de ter tomado hoje uma atitude absurdamente fora do meu normal, ou tentando afastar de mim o fato de que essa atitude tem muito que ver com o que passo nos últimos tempos, mas queria entender a mim mesma, e gosto de escrever bobagens, mesmo que ninguém dê importância pro que realmente é interessante nelas, e sim à parte cômica estritamente.

Tem sempre algum engraçadinho depois que dirá que sou doida, frustrada, psicótica ou qualquer outra coisa relacionada a esses ‘elogios’. Não ligo. Já está feito. Theo está aqui. Ele não vai me deixar, não vai me trair, não vai deixar nunca de depender da minha existência. Diferentemente das pessoas que conheci até hoje, ele não vai me deixar abandonada, sem atenção, não vai deixar de gostar de mim ou simplesmente não gostar.

Ele é a perfeição na humanidade. É uma idealização, é utópico, mas ele vive por mim e para mim. Não tenho medo de perdê-lo, não tenho medo de ser inconveniente, desagradável, inoportuna, exigente demais ou qualquer outra coisa com ele. Sei que tudo está perfeito assim como está. Tenho toda atenção que queria, e ele terá sempre a minha atenção e dedicação. É a primeira vez que não me preocupo com coisas como essas. Eu sou perfeita. Pelo menos pra ele, eu sou. Não preciso pensar no fato de que ele não entenderá algo que eu diga, que estou sendo exagerada, ou como toda menina estou falando demais.

Não tenho preocupação com o fato de que talvez ele não queira deixar que eu saia para alguma festa, ou que não fale com alguma amiga, ou que tenha alguma ex/namorada que me detesta; que me quer morta ou algo assim. Não tenho preocupações com o fato de a família estar de acordo ou não com o fato de que a gente esteja junto, porque a gente está, sempre estará. Eu tenho meu amigo, meu confidente, aquele que me entende, mesmo que não diga nada. Melhor assim, não me entedia com alguma coisa inútil.

Chamem-me de doida, atestem com fé pública que eu não tenho capacidade mental de ser um ser sociável, e menos ainda de entender o que é o amor, ou um relacionamento romântico. Tudo bem... Eu sei que realmente não consigo conviver normalmente em sociedade, não entendo os sentimentos das pessoas, talvez eu nem mesmo os tenha para poder entender... Acho que tenho somente alguns... Mas tenho. Sou frustrada? Acho que não. Sou conformista. Entendo que não posso ter tudo que almejo, mas em compensação a isso posso querer que as pessoas que vislumbro como especiais sejam felizes, eu serei do meu jeito. Como sempre, sozinha, longe do convívio humano. Segura. Em segurança com Theo.

Para quem ainda não entendeu que amor não é algo possessivo, mas algo que enaltece a alma. Que na verdade não se pode querer o ser amado para si, mas sim desejar a sua felicidade acima de tudo, e se essa felicidade for ali ele vai ficar, vai uma grande dica: compre um peixe beta. Eu disse isso várias vezes, e ninguém me levou a sério. As pessoas não entendem que às vezes atitudes drásticas e meio fora do padrão são necessárias. E que isso pra mim é uma forma saudável e divertida de superar a desgraça pessoal em que estou há muito tempo.

Conformismo não é desistência, ainda acredito que um dia, talvez, tudo mude, enquanto isso não acontece, tenho uma companhia bem mais interessante que meros seres humanos incompreensivos e nem sempre amigáveis. Tudo bem que ser uma criatura meio anti-social nem sempre é solução, mas ter companhia é agradável, e Theo é quem supre bem essa necessidade humana de fugir do abandono, ele nunca vai me deixar. Meu computador é uma boa companhia, mas pode um dia me deixar, é velho, tosco e provavelmente logo morra, considerando os avanços tecnológicos que o superam em muito, porém, Theo é minha companhia por toda sua vida até que a morte nos separe. Provavelmente daqui a uns cinco anos segundo a veterinária. E é assim que eu resolvi vários dos meus problemas, com a distração saudável de me dedicar à vida de Theo. Espero que um dia eu o tenha não apenas por uma necessidade psicológica infantil, mas apenas porque ele está aqui comigo, mas enquanto isso não se torna realidade, eu sonho com o futuro, deixo minhas incertezas em uma gaveta, ou afogadas na água de seu aquário colorido e deixo outras especulações para seres humanos normais, mantendo-me a uma distância segura de qualquer uma dessas criaturas supostamente racionais.

E esse foi mais um dia da vida de Lady Baginski. Não tão emocionante quanto se esperaria de uma novela mexicana, mas ainda assim, uma realidade a ser retratada. Admito, isso é cômico, e enfim, o que seria da vida sem esse tempero divertido? Chega de dramalhões, acho que a vida está cheia demais deles...

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Coração gelado

Algumas coisas da minha cabeça, com uma discografia ao final, ouçam a discografia, não se preocupem com a minha filosofia.

A saudade é uma coisa boa? Não sei, mas pra mim não soa ruim. Não tenho saudade do meu tempo de liberta no mundo para o que acontecesse, sem realmente alguma coisa com que me importar. Sinto falta do pouquíssimo tempo, praticamente nenhum, ou talvez isso não passasse de uma sensação que só eu tinha, em que tinha algo mais valioso que a liberdade, segurança, talvez até mesmo amor. Não sei, provavelmente nunca saberei dizer.

Algumas pessoas lutam pela liberdade, eu na verdade, a recebi de volta dolorosamente. Algumas pessoas lutam pela segurança, pelo amor, por causas nobres... Algumas não lutam. Eu não sou nenhuma delas. Eu sou a conformista, a que lutaria se pudesse, ou se soubesse que fazendo isso não estaria interferindo na amada liberdade das outras pessoas. Eu sou a constante espera, o amor incondicional, a saudade.

Sabe aquele sentimento de liberdade que outrora sentia aquela personagem que vos escreve? Ele não é exatamente algo bom... Causa um sofrimento lento e agudo, algo que normalmente seria condenado pelas feministas livres, e que sempre assim serão, até o momento em que perceberem que na verdade não queriam isso, mas será tarde demais pra admitir, que em algum lugar existe um coração e que ele não é de gelo como todos pensam.

Saudade é algo que mostra às pessoas que a vida que tiveram em algum momento deixou uma marca, e que ela foi importante para a sua personalidade e para os sentimentos que em algum lugar se ocultam. Saudade é a essência do conformismo, talvez.

Conformar-se não exatamente precisa ser uma renúncia, uma desistência, mas um aguardar eterno, uma esperança reprimida que a qualquer momento pode explodir. Amor incondicional é uma variável para as pessoas, para algumas não existe, existe apenas o possessivo amor que no fim de tudo torna-se mais uma psicopatice que exatamente um sentimento, porém pra mim, amor incondicional é a ligação da saudade e do conformismo em algo sólido. Através deste, a saudade faz com que o conformismo não se torne a coisa mais cruel que pode existir ao ser humano, mesmo que a vítima não saiba, o esquecimento. Provavelmente as pessoas não sabem nunca dos sentimentos alheios com exatidão, até que, então, vem o esquecimento e deixa claro que na verdade, nunca fora importante para ninguém.

O único esquecimento que é difícil de evitar-se é o causado pela tão cultuada morte, que pode levar a todos que lembravam, e assim, tudo perder-se em um grande vazio, a menos que se saia da vida pra entrar na história...

Embora nem sempre entrar na história seja o que vai fazer com que a gente se sinta melhor, ou mais feliz, é o consolo dos conformistas que esqueceram os seus amores e ao fim de tudo, acabaram como cascas ocas e sem realmente nada a acrescentar na sua história, pois antes de fazer parte da história universal é fato que deve(ria-se, ao menos) ter uma história para si.

A saudade nos faz pensar, é uma sensação de estar-se remetendo ao passado, não exatamente em termos de tristeza ao lembrar, pois sempre haverão lembranças tão boas que não poderão ser convertidas ao inverso sem que dêem a volta e tornem-se novamente lembranças confortáveis (referência a Enéas Carneiro, que como citava Fulvy, era tão direita que parecia esquerda, acaba dando a volta, sabe...).

Amor incondicional gera o que pode ser considerado um bom sentimento, e mesmo que isso pareça vir de um coração de gelo, e não passar de meras palavras que podem até encantar os desconhecidos, isso veio acima de tudo, de alguém que sempre escondeu seu coração entre o gelo, e que em certo momento descobriu que não mais conseguia fazer isso, e no momento seguinte foi impelida a fazê-lo novamente, mesmo que de forma não belicosa, mas ainda assim para aquela que não conhecia o verdadeiro sofrimento da forma mais surpreendente e incompreensível que lhe poderia ser. Amor incondicional é aquele que consciente da liberdade das outras pessoas, não invade suas vidas, não tenta tomar de propriedade o que nem mesmo de posse o é, e acima de tudo é a paciência, o esperar pela esperança, por uma palavra que seja, um smile, um gesto qualquer, que traga novamente vida para esse sentimento adormecido, que prove que a vida realmente tem uma história pra ser vivida, e antes da história se tenha vida, porque sem ela, seria impossível completar a frase de Vargas corretamente.

De um momento apenas descobri que estou como sempre estive, sozinha, livre, sem nada. Não acredito, mesmo depois desse discurso lindo, que o mundo seja cor-de-rosa, porém gostaria de crer, como gostaria. Do nada, parei pra ver que mesmo rodeada de pessoas que provavelmente algum tipo de consideração, amizade, ou mesmo amores têm por mim, estou eu sozinha, porque mesmo que estejam comigo, eu não estou com elas. Ao fim de tudo, tenho a liberdade que tantos querem, mas não eu. Não preciso de liberdade, não preciso de segurança, não preciso de nada, nada... De nada me adianta refugiar-me junto aos carinhos de quem não é realmente quem deveria estar ali ao meu lado. De nada adianta ficar junto a uma pessoa que morre de amores por si, mas que na verdade não é exatamente quem é visto ali. De nada vai adiantar fugir do fato que não existem duas pessoas iguais, e que mesmo que possa-se ter algo que tente desesperadamente te consolar, não é aquele o olhar perdido que queria ver, não é aquele o rosto que queria que estivesse perto do seu, não são aquelas mãos que na verdade a pele queria sentir encostar, não é aquela aura de personalidade que está ao seu redor que traz a tranqüilidade, não está nada certo.

Não adianta fugir da realidade de que, sempre estarei esperando por algo que nunca vai estar comigo, que mesmo que faça mil e uma peripécias, que seja uma nome lembrado por todos, tenha pra mim que, entrei pra história, mas em momento algum consegui sair da vida para tal, visto que não tinha vida alguma antes da morte. Era uma realidade mascarada...

Tivesse ainda um coração de gelo, mas, tão logo ele derreteu-se de amores, e provou na verdade ter uma vida que queria ser vivida ali, mas ao fim das contas, houveram tentativas várias, frustradas, de recongelá-lo. E bem, ao fim de minha existência, deixo então a frase célebre de Vargas em aberto: "deixo a vida para entrar na História". Creio que no meu caso, deixo a existência para entrar em um esquife que um dia será lembrado por quem lê Augusto dos Anjos e seus poemas pútridos. Poderei ainda, mesmo sem uma vida fazer real e fática História?

A saudade me mantém viva, fagulhas de esperança fazem com que mais infrutíferas sejam as tentativas de recongelar esse coração, mas ao fim de tudo, o amor cor-de-rosa do munfo fulvístico parece algo tão impossível que acabo assistindo como a um filme antigo e achando a coisa mais linda do mundo, mesmo que não diga, tentativas inúteis de ser imparcial com a realidade, mas ainda assim, deixando claro que serei sempre uma frustrada que mantém com um frigider que precisa de conserto, um coração gelado.

E assim despeço-me, na tentativa frustrada de um relato fulvístico de alguns segundos que pude ter de esperanças, e que pela mesma voz foram sepultados. Ouço ao fundo uma música perdida de Bon Jovi, relembrando dois showzinhos que sempre ficarão ao fundo de minha mente, um em que estava ainda no extremo de minha infantil felicidade de mundo cor-de-rosa, e o outro quando fecharam-se minhas lembranças felizes, quando ganhei minha liberdade a contra-gosto e ao fim de tudo, poupei minha existência para continuar assombrando as pessoas ao meu redor, que provavelmene não sentiriam muito a minha falta, mas ainda assim, creio que gentilezas poderia eu fazer, pois depois da minha morte documental, gentilezas serão distribuídas aos herdeiros que provavelmente não terei, talvez apenas em minhas visões mais sonhadoras.

Love infernal - PoisonBlack
Lifetime - Van Canto
Frozen - Delain
Always - Bon Jovi
It's my life - Bon Jovi
The state - PoisonBlack
Love crimes - Moonspell
Herr mannelig - Haggard
Blaze of glory - Bon Jovi
I don't care - Apocalyptica
Dancing on the fire - India
Full moon - RAGE

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Fumantes no lado de fora das portas do hospital

Tu já ouviu Editors?

Então, são esses guris aí.

Enfim, taca lá no Youtube o clipe deles, titulado 'Smokers outside the hospital doors'. Depois que tu assistir o vídeo e curtir - ou não - leia meu post tosco.

* * *

Vamos presumir que tu tenha visto o vídeo, mesmo sabendo que não. Tudo bem, não há necessidade total de ver o clipe, era mais um marketing mesmo =x

Então tá, basicamente, a guria bota um capuz e sai correndo pelo universo, fugindo de algo que a prende, que a enlouquece; algo que ela tem que se livrar para se sentir (mais) feliz.

E é exatamente isso o que eu vou fazer: vou para a Praia do Rosa fugir do mundo - e isso inclui vocês, colegas de blog =)

"Say goodbye to everyone! You have ever known, you are not gonna see them ever again"

A Fulvy disse que eu penso muito no 'futuro do país'... Não é bem assim! Eu penso no futuro de cada indivíduo que constitui esse 'país' e não na república propriamente dita: eu estou falando de vidas! E é aí que está o 'pobrema'... Às vezes eu penso demais nos outros e acabo esquecendo de mi mesma. Mas o pior é quando as pessoas pelas quais eu tanto me preocupei esquecem de mim... Aí sim é foda!

"I can’t shake this feeling I’ve got! My dirty hands, have I been in the wars?"

Eu tenho que acabar com esse maldito 'altruísmo', do qual eu nem sei ao certo de onde veio. Vou até Santa só para me ver livre de todo mundo e pensar em alguém que realmente precisa da minha ajuda...

Eu.

"Someone turn me around. Can I start this again?"

Eu quero botar um capuz para não ouvir ou ver se alguém me chama, porque eu percebi que preciso escapar dos outros para me encontrar.

"I can’t believe you if I can’t hear you"

Ah, que ridículo! ¬¬

"We’ve all been changed from what we were. our broken parts smashed off the floor"

Me desejem dias de sol... E surfistas.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Desaba

- Nossa, como ela é linda! Com seus cabelos pretos e tão macios; seus lábios carnudos; e toda a sua ingenuidade e inocência. Adoro ser seu melhor amigo, ela me faz sentir muito bem, mas... Seria ela a guria perfeita?

- Nossa, como ela é adorável! Com seus grandes olhos verdes e seu sorriso de menina... Adoro o jeito com que ela me beija e diz que me ama. Eu não a amo, eu sei, mas ela me faz sentir muito bem. Seria ela a guria perfeita?

- Por Deus, como ela é inteligente e culta e fantástica e... Nossa! É mais velha e é irmã de um amigo... Deveria eu investir? Ah, mas ela é tão complicada e tudo que poderia ser fácil, fica tão difícil... O irmão é ciumento e às vezes se entromete; mas ela é tão bonita, estilosa e tão preocupada comigo; ela me faz sentir muito bem! Seria ela a guria perfeita?

A menina dos lábios carnudos virou uma grande amiga. A dos grandes olhos verdes, namorada. A culta e fantástica, uma lembrança.

Incrível como três gurias tão diferentes, tanto no estilo e no fim que tiveram, puderam sentir a mesma coisa por aquele menino, um dia: todas estavam fartas.

Uma de cada vez foi devidamente abordada, iludida e deixada; tudo pelo mesmo menino que só queria atenção...

As duas primeiras já passam bem e deram a volta por cima. Mas esta última – que tanto se culpava, tanto se flagelava por ter cometido tantos erros – só está se erguendo agora. Hoje ela não chora mais.

Não machuca mais quando eu te vejo falando coisas lindas que eu queria ouvir; não me machuca mais te ver beijando outras meninas, da maneira que eu queria ser beijada; não me machuca mais ler quando tu diz que as ama. Tu não ama ninguém além de ti mesmo! Quantas vezes eu disse pra nunca dizer “eu te amo”? Com a idade que temos, isso é besteira; isso é mentira!

Hoje não me machuca mais pensar que eu beijei uma menina na tua frente. Na hora, foi errado; por semanas, eu me culpei; e por meses eu me lembrava e me culpava. Mas agora eu vejo que eu agi certo. Tu mereceu! Tu me tratou como se eu fosse mais uma!

Me usa, me abusa e depois me abandona desde que não me trate como tu fazia com as outras. Eu sou muito diferente delas.

Eu posso ser muito melhor... Ou muito pior!

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

A monogamia do coração

A Débora mora em Caxias do Sul e tem um noivo que mora em Porto Alegre. De vez em quando, a saudade bate e a Débora fica com outros rapazes - bem na cara dura -mas ela nunca chega a fazer sexo com eles, porque acredita que o sexo sim é um traição (mas ficar com os meninos, não).

A Rêh não entende a como a Débora é incapaz de terminar o noivado! Por que continuar um relacionamento que é à base de traições?

A Pâmela vive com seu namorado há dois anos. É praticamente uma vida de casado, mas informal - o popular "juntar". Enfim, de vez em quando a Pâmela sai com outros caras, depois do trabalho, só para variar...

A Rêh não entende como a Pâmela consegue dormir com duas pessoas diferentes numa mesma noite – ainda mais quando se acorda ao lado do corno – sem ter o mínimo de arrependimento.

Até que chegou o dia em que a Rêh entendeu tudo.

Elas não fazem esse tipo de coisa para magoar seus devidos "pares", mas é que, às vezes, o corpo fala mais alto e, se em casa as coisas não vão muito bem, as pessoas tendem a procurar o que falta em outros. Mas, nem por isso elas querem acabar o relacionamento, é só uma fase que deve ser superada.

Teve um dia em que a Rêh acreditou na monogamia, na fidelidade e naquela besteira de “felizes para sempre”. Até que ela se viu pega pela própria armadilha que tanto criticava...

Ela gostava muito de um menino, mas a falta de comunicação fez com que eles se confundissem e agissem da pior maneira possível: se ignorando. Assim como a Débora, assim como a Pâmela, ela sentiu que deveria se dar uma chance de ficar bem, apesar de tudo.

A Rêh não entendia como ela mesma pôde beijar uma pessoa, mesmo gostando de outro. Mas hoje ela entende.

O ser humano, por si só, não pratica a monogamia. O corpo quer a poligamia, quer diversos prazeres e com diversas pessoas! Faz parte de ser carne ser fraca.

O corpo não quer saber de quem é a mão ou de quem são os lábios, ele só quer que estes estejam ali, próximos, tocando-o.

Já o coração não. Coração é só de um e ele não quer apenas o toque, apenas o beijo, ele quer de fato uma pessoa por completo. Uma pessoa que só ele sabe quem é e que grita o seu nome, o tempo inteiro!

Ou seja, por mais que a Débora, que a Pâmela e que a Rêh tentem encontrar o que lhes falta em outras pessoas, nem sempre elas encontram, porque o corpo pode ser de vários... Mas o coração é só de um...

E o coração da Rêh ainda é daquele menino, mesmo com tantas confusões; mesmo com tudo dando errado; mesmo com toda a timidez; mesmo sabendo que ele a esqueceu; porque ela gosta dele por tudo que ele é e, principalmente, por tudo o que ele foi.

Quer ter várias pessoas ao mesmo tempo? Ótimo! Tente ser, realmente, feliz dessa maneira.

Mas não adianta: por mais pessoas que se tenha, ainda vamos ser capazes de olhar para o fundo de nossas almas e pensar em uma pessoa só, e vai ser bem aquele/aquela a quem não possuímos.


E eu estou pensando no que Sarah disse: que amar é ver alguém morrer.

Então, quem vai me ver morrer? Quem vai te ver morrer?

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Poesia boba do "ão"

Por algum tempo, talvez fosse paixão
Porém, hoje vejo que virei decepção

Mas, tudo aquilo que falei não foi em vão
Inútil mesmo foi aquela noite, lá no vagão

Nossa, será que um dia terei seu perdão?
Não gostaria, mas posso aceitar um "não"

Eu só queria que tu soubesse que está no meu coração
Por mais que eu queira que saias, não tenho permissão

Tenho que acabar com essa minha imaginação
Só que não consigo esquecer essa tal "ilusão"

Mas eu preciso voltar a agir pela razão
Na tentativa de poupar minha emoção

E pra acabar com minhas esperanças, peço a sua atenção:
Retire do seu nome aquele maldito ponto de interrogação!

sábado, 16 de agosto de 2008

Texto tosco

Só porque eu não sou explícita, não quer dizer que eu não sinta! E ultimamente eu tenho sentido demais: tenho sentido a culpa, o receio, o arrependimento. Tenho sentido tudo isso por causa de uma única noite. Uma noite foi capaz de acabar com um relacionamento indireto de pouco mais de um mês...

Eu detesto ficar com raiva de mim mesma, ainda mais quando eu erro involuntariamente e acabo machucando alguém que eu gosto. Tenho vontade de me atirar janela afora e ver meu corpo se desfazer contra o concreto! Bem sei o quanto eu já errei nessa vida, mas nunca me importei muito. Sempre procurei aprender com os erros, para não repeti-los. Tem dado certo, entretanto, quando os meus erros interferem na felicidade alheia é que as coisas complicam... Não que eu me ache tão importante a ponto de interferir na vida de alguém. Não, não é isso! É por eu me achar medíocre mesmo... Outro defeito: preocupo-me demais com os outros e, por causa disso, nem sempre faço tudo em prol da minha felicidade, mas sim da felicidade dos outros. E foi exatamente isso o que eu fiz segunda-feira (dia onze) à noite...

Eu tive a sorte de conhecer um menino muito querido, mas tive o azar de notar que acabara virando um tormento para ele. Por eu gostar muito daquela doce criatura, fiz uma coisa que fará com que ele me odeie e me esqueça: é muito simples, publicar uma “indireta direta” que o faria sentir-se confuso e irritado. Das duas uma, ou ele iria me corresponder e me querer de volta e tal... Ou iria me mandar à merda.

Eu disse para mim mesma que ia ficar tudo bem, independente do que acontecesse. Com os meus sentimentos, eu não me importo. Eu sou ótima na arte da superação, desde que adotei a psicologia do "foda-se". Foda-se o que eu sinto! Foda-se se eu posso vir a nunca mais tê-lo de novo. Foda-se. Eu supero. Eu dou um jeito! Mas essa psicologia não se aplica com o sentimento dos outros. Não mesmo. Me importo demais com ele e só fui perceber o quanto me importo quando o vi triste. Eu não agüento mais sentir que ele não está bem e que eu posso ser a causa disso!

Eu tinha que correr o risco de ser bem recepcionada ou de terminar tudo de uma vez, por isso fui bem “direta na minha indireta”. Tinha que estar preparada para o pior e terça-feira, de meio dia eu vi a minha resposta... Óbvio que ele me mandou à merda. Mas foram dois trabalhos para mim: ficar triste e “desficar”. Se para vê-lo feliz eu preciso que ele me odeie, que seja! Não foi minha intenção, mas já que é para ser assim, que seja, oras! Claro que, não foi bem assim que eu planejei, mas, mesmo que eu estando arrasada por dentro, isso não vai me impedir de sorrir - e não se trata de um sorriso falso! O meu sorriso quer dizer "que bom que tu vai ser capaz de partir para outra.".

Certamente, posso afirmar que, ele nunca vai sair da minha cabeça e que vai ser sempre uma ótima lembrança, pois não vou rotular uma pessoa tão querida por um ou dois atos que eu julguei errados, mas sim, por uma trajetória inteira de respeito e afeto. Só é uma pena ele não ser assim comigo também. O meu rótulo eu já ganhei e é bem negativo. Bem feito pra mim.

Não quero que saia da minha cabeça. Mas queria ele aquele menino saísse do meu coração... Aquele que até hoje eu espero. Aquele que, por dias, me fez sorrir. Aquele a quem faço esse “verso”. Meu pequeno, aquele... (quem sabe da história, faz a rima)